A arte do reencontro

O dia em que eu me perdi de mim imaginei que outra pessoa pudesse trazer a felicidade embalada num pacote de presente…decepção.

O dia em que eu me perdi de mim acreditei nas críticas destrutivas…insegurança.

O dia em que eu me perdi de mim trabalhei esperando o aplauso que não veio…tristeza.

O dia em que eu me perdi de mim esperei recompensa por meus atos…desistência.

O dia em que eu me perdi de mim tentei ser alguém que coubesse na expectativa que os outros tinham a meu respeito…fingi para ser aceita.

Foi exatamente aí que a alma mostrou a sua grandeza…expandiu…a máscara apertou e o reencontro aconteceu.

Hoje somos eu e EU!

Francine Maria Carreira Marciano

Sobre blog Mosaico Prosaico

Advogada especialista em Direito do Consumidor, observadora, curiosa e aprendiz!
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6 respostas para A arte do reencontro

  1. Bruno Machado disse:

    Nem sempre é fácil sermos tão autênticos. E eu sei bem o que é isso. Mas nada supera a satisfação e o alívio na consciência de ter plena certeza de que você não se esconde atrás de máscaras, trajes e trejeitos reservados a cada ocasião.

    Tenho mais pena, ainda, de quem se anula para agradar a terceiros: um chefe, uma namorada, um noivo, uma amizade. Conheci pessoas que fizeram isso e posso dizer que boa parte delas, hoje, tenta descobrir quem realmente é – em meio aos caquinhos de inúmeras personalidades incorporadas no decorrer dos anos. Triste, muito triste.

    Relacionamentos sem máscaras tendem a ser mais problemáticos (talvez) em determinados momentos. Contudo, podem apostar, que são os mais duradouros e – à maneira deles – felizes.

    Mas essa é apenas a minha opinião…rs

    • Perfeito, Bruno!

      Temos uma facilidade imensa em apontar culpados por nossas frustrações e tristezas.
      O difícil é olhar pra dentro…encarar nossa verdade NUA E CRUA, nossas luzes e trevas e nos tornarmos responsáveis pelos nossos sentimentos.
      O outro não pode ser responsável pela nossa felicidade ou realização como ser humano.
      Ao assumirmos isso, aliviamos as pessoas que nos cercam do fardo de nos fazer feliz!

      Obrigada pelos seus comentários…sempre muito pertinentes!

  2. Fernanda disse:

    Fran,

    Simplesmente deliciosos os seus post! Fazem com que os meu pés fincados no chão se soltem, mesmo que por alguns minutos, mas o suficiente para que eu possa enxergar que os belos sonhos aqui estão.

    Com muito carinho!

    Fê da Ópera

    • “Come fly with me, let´s fly, let´s fly away” (Frank Sinatra).
      Como já tivemos a oportunidade de conversar nas nossas reuniões do Ópera…somos a junção perfeita…de raízes e asas.
      Obrigada por enriquecer esse espaço com a sua presença e seu comentário!
      Sinta-se em casa, minha amiga!

      Bjs!

  3. Bruno Machado disse:

    Wow…o fardo de ser diretamente responsável pela felicidade de alguém é pesado demais para ser carregado. A simples menção a isso me faz ter recordações nada agradáveis e calafrios. Que medo!rs

  4. Quanta gentileza disse:

    Fran, nada como deixar as máscaras de lado e assumir a verdadeira identidade…no seu caso, o autêntico é muito mais interessante e belo!
    Beijos

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